Jogue a margarina no lixo

Como expliquei semana passada, o mês de novembro terá três dicas do Guia Papacapim de Alimentação Saudável, pra compensar o silêncio dos últimos dois meses. E a dica número 10 é:

Jogue a margarina no lixo

Pode jogar sem remorso. Se você seguiu esse guia desde o início, deve lembrar que a dica número 1 é “coma comida de verdade“. Margarina é feita em fábricas, com uma mistura de ingredientes adulterados (como óleos vegetais que sofreram um processo de hidrogenação) e ingredientes artificiais nocivos pra saúde e está tão perto de ser ‘comida de verdade’ quanto uma vela ou um giz de cera. Eu adoro exibir as vantagens nutricionais que comida vegana oferece, mas não vou cobrir os olhos e fingir que margarina é melhor pra saúde, como muitas pessoas acreditam. Mesmo sendo uma opção vegana. Correndo o risco de ver a polícia vegana bater na minha porta e pedir explicações, gostaria que dizer que do ponto de vista estritamente nutricional manteiga (principalmente quando feita com leite orgânico e não leite carregado de hormônios/antibióticos) é muito superior à margarinas, mesmo as que se dizem sem gordura trans. Pronto, disse. Agora é só esperar a polícia vegana chegar pra me multar por propaganda anti vegana.

Mas comecemos pelo início, já que descobri que muita gente não sabe qual é a diferença entre manteiga e margarina. A primeira é feita exclusivamente de gordura animal: creme de leite (ou nata) é batido até separar a gordura da água. Manteiga é geralmente composta de 80% de gordura (animal), 16% de água e 4% de leite (manteiga salgada também tem sal). Margarina é feita com óleos vegetais que sofreram um processo químico que os tornam sólidos em temperatura ambiente, conservadores, estabilizantes, aromatizantes, corantes e outros aditivos. Abaixo vai a lista de ingredientes da margarina Qualy (Sadia):

ÓLEOS VEGETAIS LÍQUIDOS E INTERESTERIFICADOS, ÁGUA, LEITE EM PÓ DESNATADO RECONSTITUÍDO, SORO DE LEITE EM PÓ DESNATADO RECONSTITUÍDO, SAL, 15.000 U.I DE VITAMINA A POR KG, ESTABILIZANTES: MONO E DIGLICERÍDEOS DE ÁCIDOS GRAXOS (INS 471) E LECITINA DE SOJA (INS 322), CONSERVADORES: SORBATO DE POTÁSSIO (INS 202) E BENZOATO DE SÓDIO (INS 211), ACIDULANTE ÁCIDO CÍTRICO (INS 330), ANTIOXIDANTE : BHT (INS 321), TBHQ (INS 319) E EDTA (INS 385), AROMA IDÊNTICO AO NATURAL DE MANTEIGA, CORANTE BETACAROTENO SINTÉTICO IDÊNTICO AO NATURAL (INS 160AI) E CORANTES NATURAIS: DE URUCUM (INS 160B) E CÚRCUMA (INS 100).

Além de ser cheia de ingredientes artificiais, essa margarina não é vegana. A maioria das margarinas utiliza, além de óleos vegetais, derivados do leite em sua composição. E antes que me perguntem quais margarinas são veganas, já vou dando a resposta: a única maneira de saber é lendo a lista de ingredientes (que aliás é a dica número 2 do Guia).

A origem da margarina, o processo de hidrogenação e as demoníacas gorduras trans

Desenvolvida na segunda metade do século 19 como um substituto barato pra manteiga, a margarina era feita a partir de gordura de boi. Até que no início do século 20 a invenção do processo de hidrogenação, combinada com uma escassez de gordura animal, deu origem à uma nova geração de margarinas: um produto híbrido feito com óleos vegetais hidrogenados e gordura animal. Como óleo vegetal é mais barato do que gordura animal, com o tempo a composição da margarina foi evoluindo e hoje ela é feita basicamente de óleo vegetal, com uma quantidade pequena de algum derivado do leite (ou não).

Mas o que são óleos hidrogenados? Uma rápida lição de Química vai ajudar a entender melhor a composição das margarinas e porque o lugar delas é no lixo, não na seu pão. Segundo Wikipedia, “hidrogenação é a reação química que ocorre quando uma molécula é obtida pela adição de hidrogênio à uma cadeia carbônica insaturada normalmente na presença de um metal catalisador como níquel, platina ou paládio e dando origem a um alcano”. Complicou? Trocando em miúdos isso significa que moléculas de hidrogênio são adicionadas a um óleo vegetal, que é naturalmente líquido, modificando sua estrutura e fazendo com que ele se solidifique. Manteiga não passa por esse processo pois é uma gordura saturada, que é naturalmente sólida em temperatura ambiente. Quem já fritou carne sabe que o óleo que sobra na panela se solidifica quando esfria. Culpa da gordura saturada da carne, que derreteu e ficou na panela.

Mas voltando ao processo de hidrogenação, além de deixar o óleo vegetal sólido em temperatura ambiente ele aumenta a vida útil do produto. Nada surpreendente, já que comida industrializada é feita pra durar o máximo possível nas prateleiras (e oferecer o máximo de lucro pra quem a produz). Mas ao desnaturar o óleo vegetal é produzida a nefasta gordura trans, cujos malefícios pra saúde já não são mais segredo. Ela está ligada a um maior risco de doenças cardio-vasculares, câncer, disfunções imunológicas e dificulta a absorção de ácidos graxos essenciais, como o ômega 3, podendo causar carências.

O mistério das margarinas ‘sem gorduras trans’

Essa dúvida estava na minha cabeça há muito tempo. Se 1-óleo vegetal é líquido em temperatura ambiente, 2-margarina é sempre sólida em temperatura ambiente e 3-pra transformar um óleo líquido em um produto sólido é preciso passar pelo processo de hidrogenação (que produz gorduras trans), como é possível produzir margarinas sem gorduras trans? Resolvi o problema acusando a indústria alimentícia de estar nos enganando, o que sabemos que ela faz o tempo todo. Mas depois de anos de dúvida descobri enfim a chave do mistério. Desde que os malefícios das gorduras trans passaram a ser conhecidos de todos, a indústria alimentícia precisava de uma alternativa pra solidificar óleos sem passar pela hidrogenação. Hoje as margarinas que se dizem ‘sem gordura trans’ utilizam um processo chamado ‘interesterificação’.

Prontos pra mais uma lição de Química? Minha amiga Wikipedia explica: “Gorduras interestificadas são obtidas a partir de mistura de óleo vegetal totalmente hidrogenado (gorduras trans) e óleos vegetais líquidos. O processo de interesterificação consiste em misturar estes óleos em proporções adequadas, submetê-los ao processo de interesterificação, onde sob ação de um catalisador e condições específicas de processamento, ocorre a reação para produção das gorduras com a consistência para a aplicação a que destina.” AHA! Sabia que tinha alguém mentindo nessa história! As margarinas ‘sem gorduras trans’ são produzidas com gordura interesterificada (leia a lista de ingredientes da margarina Qualy acima e você terá a confirmação), que nada mais é que uma mistura de gordura hidrogenada (trans) e óleos líquidos.

Como a margarina obtida com essa mistura é qualificada de ‘sem gordura trans’ continua sendo um mistério pra mim, mas supondo que isso realmente seja verdade (será que os ácidos graxos da gordura trans se re-combinam no processo e voltam a ser o que eram antes?) a nova geração de margarinas está longe de ter se transformado em algo saudável. Tudo indica que gordura interesterifica é ainda mais nociva do que gordura trans! Além dos malefícios causados pela gordura trans, esse estudo mostra que ela também altera o metabolismo humano e aumenta a taxa de glicose no sangue de 20% em apenas um mês! Pois é, a maneira que eles encontram de resolver o problema da gordura trans foi criando um problema ainda maior.

E antes de encerrar esse assunto, vale lembrar que margarina não é o único produto que contem gordura trans/interesterificada. Uma imensa quantidade de alimentos industrializados, como sorvetes, biscoitos, bolachas salgadas, molhos, salgadinhos, entre outros, também usam esses tipos de gordura. E se você ainda acredita no que os fabricantes escrevem nos rótulos, saiba que eles não são obrigados a dizer que tem gordura trans em um produto se a quantidade dessa gordura por porção for menor do que 0,2g e eles têm total liberdade pra escolher o tamanho de suas porções. Ou seja, um fabricante de biscoitos pode escrever ‘zero gordura trans na porção’ e decretar que uma porção é meio biscoito. Sério. Não se engane: se tiver gordura (ou óleo) vegetal na lista de ingredientes, pode ter certeza que ela é hidrogenada ou interesterificada. Mais um motivo pra comer comida de verdade.

Gordura trans não é o único ingrediente diabólico da margarina

Como expliquei no início desse post, margarinas são feitas a partir de gorduras muito, muito malvadas, mas também de um número importante de ingredientes artificiais. Os óleos vegetais que entram na composição da margarina são  submetidos a um processo de branqueamento (mais um!) e de desodorização (mais outro!), pra que eles percam toda cor, sabor e aroma. E depois da hidrogenação/interesterificação, corantes, aromatizantes, espessantes, emulsificantes e outros aditivos sintéticos são adicionados à mistura. Esse coquetel químico vai pro potinho de plástico e chega na mesa das pessoas como um alimento ‘mais saudável do que a manteiga’. A verdade é que margarina é um produto criado em laboratórios, altamente manipulado, adulterado, hidrogenado, interesterificado, branqueado, desodorizado e injetado com inúmeros aditivos sintéticos, que perturba o seu metabolismo, desequilibra seu sistema imunológico e multiplica suas chances de desenvolver doença cardíacas, diabetes e até câncer. Só uma pessoa muito irresponsável chamaria isso de ‘alimento saudável’, mas é o que a indústria alimentícia e, pra minha grande indignação, alguns nutricionistas fazem. Pra mim margarina nem merece ser chamada de alimento e acrescentar vitaminas sintéticas, ômega 3 ou fibras a esse coquetel químico, além de ser uma aberração, não faz absolutamente nenhuma diferença.

A solução

Se ao constatar, mais uma vez, que a comida que enche as prateleiras dos supermercados está entupida de ingredientes nocivos você se sente impotente, gostaria de relembrar que o objetivo desse  guia  (e do blog) é informar, alertar e inspirar, pra que vocês possam fazer escolhas conscientes. Eu não passo dias e dias pesquisando e escrevendo esses posts simplesmente pra ter o prazer sádico de assustar vocês. Todo esse trabalho tem um único objetivo: empoderar os meus leitores, mostrar que não somos obrigados a poluir o nosso corpo com esses produtos e que tem alternativas. Então passemos às boas notícias.

Se você não é vegano, e esse guia tem a ambição de ser útil pra todos, independente do regime, manteiga, de preferência orgânica e produzida localmente (no Nordeste não é difícil encontrar manteiga de garrafa produzida localmente), é uma opção muito mais saudável do que margarina. Tem gente dizendo que gordura saturada (como a manteiga) não é tão ruim quanto se imaginava e o grupo de defensores desse tipo de gordura está aumentando. Eu prefiro adotar uma posição mais prudente: tenho certeza que manteiga é muito mais saudável do que margarina, mas não acho que isso é desculpa pra exagerar no consumo.

Pros veganos e vegetarianos/onívoros interessados em diminuir o consumo de produtos de origem animal, eu trago boas novas. Preparados? Vocês não precisam nem de manteiga nem de margarina, dá pra viver perfeitamente sem as duas. Eu cresci comendo margarina que, por ser mais barata do que manteiga, faz parte da vida da maior parte dos brasileiros, mas a troquei por manteiga quando fui morar na França. Quando me tornei vegana não hesitei um segundo: voltei a consumir margarina. Pra mim essas gorduras pra espalhar no pão, seja manteiga ou margarina, eram uma necessidade básica. Nunca me passou pela cabeça viver sem pelo menos uma das duas. Só quando fui morar na Palestina percebi que elas eram totalmente desnecessárias. Os palestinos não usam nenhuma das duas e espalham coisas muito mais nutritivas no pão deles, como hummus e molho de tahina. Mas naquelas terras a maneira mais simples de comer pão é com azeite de oliva. Pra mim foi uma revelação total!

Temos tendencia a procurar atalhos e soluções prontas pra tudo. Queremos a facilidade de trocar um produto nefasto por um produto saudável, tão conveniente, acessível e barato quanto o primeiro.  Suprime X, troca por Y e fim da discussão. Na maior parte do tempo você não encontrará um alimento vegetal idêntico ao alimento de origem animal que está tentando excluir, mas o veganismo tem a imensa vantagem de te oferecer não um, mas vários substitutos.

Quando eu comia manteiga, 90% do tempo era ela que acompanhava o meu pão. Hoje eu como pão com hummus e molho de tahina, como aprendi na Palestina, mas também com inúmeros patês e pastas que criei na minha cozinha ou aprendi com os amigos. E a solução mais simples de todas e que exige zero preparação é, como os palestinos me ensinaram, usar azeite. Você tem a opção de espalhar um pouco sobre o pão e degustar imediatamente ou grelhar em uma frigideira ( o pão vai ficar deliciosamente crocante).  Duas outras soluções ultra simples e saborosas (e saudáveis) são tomate ralado temperado com sal, pimenta e um pouco de azeite (aprendi com amigos israelenses e virei fã) e abacate temperado com sal e, se quiser, pimenta do reino. Alguns leitores me falaram que gostam de colocar o azeite no congelador (puro ou com ervas frescas) e usar a mistura semi-sólida (azeite não congela totalmente) pra espalhar no pão. Se vocês tiverem mais dicas, dividam conosco nos comentários.

Se você usa margarina pra cozinhar, o azeite também pode cumprir esse papel. Nesse caso não precisa comprar um azeite extra virgem e extra caro, pois já que ele será aquecido isso não fará nenhuma diferença. E se nesse momento você está se perguntando quais óleos são os melhores pra cozinhar, uma pergunta que me fazem com frequência, preciso dizer que adoraria escrever sobre o assunto um dia, mas hoje vou ficar por aqui, pois esse post já tem muita informação pra ser digerida.

Pro seu pão não ficar pelado, como na primeira foto desse post, aqui vão algumas das minhas receitas preferidas pra acompanha-lo: hummus, molho de tahina, mutabbal, queijo de castanha fermentado, guacamole e tapenade. Com exceção do mutabbal, que é melhor consumido logo depois de preparado, todas essas receitas podem ser preparadas com quantidades grandes e deixadas na geladeira por vários dias, pra você ter sempre algo gostoso e nutritivo pra passar no pão. *Ops! Quando publiquei o post ontem esqueci de dizer que guacamole também deve ser consumido imediatamente depois do preparo.

101 comentários em “Jogue a margarina no lixo

    1. Bárbara, não tenho conhecimentos suficientes sobre a gordura de palma pra formar uma opinião. Se você tiver artigos pra indicar, ficarei muito grata.

    2. Sandra, é um tema complicadíssimo. Para evitarmos tudo o que nos faz mal, teríamos que mudar de planeta, até as roupas, remédios, derivam dos animas, vc fala em colocar azeite no pão, eu acho que é como apagar um incêndio com gasolina, veja os malefícios do pão. Meus parabéns, faz tempo que não leio algo tão interessante.

  1. A minha dificuldade às vezes é substituir a margarina em receitas, especialmente confeitaria. Já fiz um cinnamon rolls que deu certo com óleo de coco, então talvez seja uma opção.
    Já vi em blogs dos EUA também falarem de non hydrogened vegetanle shortenig, mas nunca vi nada parecido no Brasil!

    1. A gordura vegetal não hidrogenada americana que você mencionou é provavelmente interesterificada, então o perigo é o mesmo, se não for ainda maior. Óleo virgem de coco funciona maravilhosamente bem substituindo manteiga/margarina/gordura vegetal hidrogenada-interesterificada na confeitaria, a única desvantagem é que ele deixa tudo com sabor de coco (o que pode ser ótimo, mas também pode estragar a receita).

      1. Olá! Ontem fui às compras e fiquei tentada em comprar um potinho de óleo de coco. Só vi até hoje de uma marca no supermercado que frequento e é caro pra chuchu. Desisti de comprar por não saber se tem diferença entre marcas, que informações devo procurar pra saber se é bom (tipo, existe óleo virgem e modificado?). Se puder falar um pouco sobre isso ficaria muito feliz! 🙂

      2. Mas se for considerar a interferência de sabor, isso acontece também com o açúcar que tem seu próprio cheiro e sabor e acaba interferindo no sabor dos alimentos. Tirei o danado da minha dieta e após uma semana meu paladar mudou e os sabores ficaram mais intensos, inclusive o “doce”. Ou seja, sem açúcar tudo ficou mais gostoso!!!

        1. O nosso corpo precisa de açúcar (excepto se for diabético, claro!). Retirar por completo o açúcar pode provocar obesidade, coisa que as pessoas nem fazem ideia que pode provocar! Além de que o nosso cérebro necessita de glicose para funcionar bem.
          Aconselho a NÃO usar açucar refinado, mas sim outras alternativas mais saudáveis, tais como açúcar mascavado, mel, ou melhor ainda, stevia! Stevia pode ser consumida pelos diabéticos, sem problema nenhum!!!! Milhões de vezes melhor que as alternativas artificiais à venda, tais como o aspartamo e acesulfame K.

          1. Luz, se nosso corpo precisa de açúcar, então porque os diabéticos vivem sem consumir aquilo que causou o seu mal?! No caso da obesidade você precisa se informar melhor, pois um dos principais causadores é o açúcar (indico “Sugar Blue” como leitura) que o corpo armazena em forma de colesterol. Já a glicose – essa de fato necessária – podemos encontrar em frutas por exemplo, e essa já vem com os nutrientes necessário para uma metabolização saudável. Acredito sim que o açúcar é o maior mal à saúde da sociedade moderna!

      1. os diabeticos não excluem o acucar, apenas controlam e tomam insulina, nosso corpo precisa sim de acucar, porem sem exageros, assim como a gordura. estao ate na piramide alimentar, só que em pouca quantidade. assista uma video aula no you tube sobre glicose que explicaram melhor

        1. Você está confundindo glicose com açúcar (refinado, branco ou mascavo). O corpo precisa de glicose, claro, mas ela está presente em cereais,batatas,frutas… Carboidrato é transformado em glicose pelo organismo. Ninguém, diabético ou não, precisa de açúcar (me refiro ao pó branco ou marrom) pra viver.

        2. Não sou diabético e não ingiro açúcar de forma alguma, faz 3 anos, após ler O livro negro do açúcar. este item, com o passar do tempo tem um gosto amargo no final. Mas só nota isto, quando desacostuma o paladar. Pratico ciclismo e ingiro bananas.

  2. Olá, Sandra!
    Adoro os seus posts, principalmente, por conta das alternativas! Já tava cansada de ler blogs que contra-indicam isso e aquilo, mas não indicam outras opções! Pra nós que estamos “engatinhando” faz muita diferença! Valeu demais!!!

  3. Olá mais uma vez.
    Já faz tempo que abandonei as margarinas e também vou variando os recheios do meu pão. Mas a indústria não desiste de nos ludibriar. Por coincidência, recebi hoje o link de uma pesquisa que descobriu que várias marcas de “azeite” não são azeite, e outras que dizem ser “extra virgem” não são. Será que é só no Brasil? Dá um cansaço… Um abraço. LENA
    fflaerte@gmail.com> escreveu:
    http://jornalpequeno.com.br/2013/11/07/de-19-marcas-de-azeite-extravirgem-testadas-quatro-sequer-podem-ser-consideradas-azeite/

  4. Agora me diz: quem é que chama de xiita a blogueira vegana que diz (porque foi pesquisar) que a manteiga é mais saudável que margarina? Sandra, sua linda, viva o azeite de oliva e viva você. Aliás

    Ainda hoje estava na cozinha tentando acertar o ponto do seu queijo de castanha, mas errei um pouco no missô. Primeiro não deixei fermentar direito, depois botei demais. Ainda assim, o resultado está quase como eu queria. Aliás, estou incrementando com ele as receitas de “pão sem queijo mineiro”. Tô alquimista demais com essa mestra me abrindo o caminho. =D

    1. Quem anda me chamando de xiita? Quem??????? Achei que só a minha família conhecia esse meu segredo…

      Viva o azeite e viva o queijo de castanha 🙂

  5. Eu também não uso margarina. Acho que desde que passei a ter o meu próprio orçamento, nunca comprei a “tal coisa”!
    Quando tenho festa em casa, faço uma salada reforçada, e meus amigos gostam de colocar sobre o pão. É claro que não dá para fazer no dia-a-dia, mas segue algumas delas:
    -salada de batata (estilo maionese), mas temperada com azeite e vinagre. Além da batata, só cebola e salsão ou pepino;
    -salada de repolho picado com cebola, salsão, alcaparra e tomate seco (quanto mais tempo marinando no azeite e vinagre melhor);
    -“tabule” de arroz preto (fiquei assustada quando vi meus amigos comendo com pão, afinal vira carboidrato com carboidrato);
    -verduras como páprica, berinjela e abobrinha assadas marinadas no azeite e balsâmico.

    Eu também faço o tomate ralado, mas com pimenta. É só colocar uma pimentinha dedo de moça ou bode no buraco que se forma ao tirar o cabo e ralar.
    Ah, e a sobra de ratatouille fica delicioso sobre o pão no dia seguinte!

    Uma boa semana!

  6. Mesmo não sendo vegana, como “veganamente” 3 dias por semana e algum tempo atras me deu vontade de comer uma torta bem nesses dias, fui comprar a tal da margarina e quando li o rotulo, desisti, meu corpo não estava preparado para aquilo, senti medo! Na lista de ingredientes da minha manteiga preferida só tem creme de leite e sal e na da margarina menos pior tinha ingredientes que eu tenho certeza não foram criados com a ideia inicial de alimentação. Não é a toa que o cardiologista da minha mãe proibiu a margarina, mas liberou de vez em nunca uma passadela de manteiga no pão para matar “as bicha”.
    Ah!! manteiga de amendoim é bom demais no pãozinho com café de manhã e dá pra fazer em casa, facim facim.
    Bjs

    1. “Ingredientes que eu tenho certeza não foram criados com a ideia inicial de alimentação.” Gostei demais da sua observação, Dricka. É exatamente isso!

    2. Oi Dricka! Você pode me dizer qual é essa manteiga que só tem creme de leite e sal? Ou é uma manteiga caseira mesmo rsrs É que eu tenho colesterol um pouco alto e essas margarinas e manteigas comuns estão me fazendo mal, fora que, aonde eu moro, as manteigas e margarinas mais saldáveis são super caras! (e cá entre nós, nem devem ser tão saudáveis assim né…)

  7. Olá Sandra,
    em relacão a margarina concordo em número, gênero e grau, antes mesmo, de saber os maleficios da “mardita”, e com essa explicacão maravilhosa que vc nos deu, aí que não iria comer mesmo.
    Quando virei vegana e logo depois minha filha, entramos de “cabeca”neste mundo da margarina, aí ela viajou p o Peru, Bolivia e Chile, e abencoada, voltou com o abacate, hoje pão com o abacate, vou na padaria tomar café da manhã, pergunto tem abacate, logo peco essa delícia.
    Uso também o hummus, tahine e pão com azeite em casa, mas na rua, o que antess era um pão com margarina, hojé pão com abacate, o azeite dificilmente acha nestes botecos ou padarias, mas abacate, 99% de chance que vc achar.

    Sandra MUITO OBRIGADA por compartilhar conosco esses ensinamentos.
    Um grande beijo!!!!

    1. Abacate é realmente um ótimo substituto pra margarina/manteiga. Sempre como em cada, mas nunca tinha pensado em pedir abacate nas padarias/botecos. Obrigada pela dica.

  8. Não sou mais vegetariana, dirá vegana e não sinto orgulho nessa afirmação, apesar disso não consumo margarina ou margarina, adotei a manteiga de amendoim, oleo de coco, rawtella ou tahine com mel para barrar o pão e nas receitas, simplesmente adoramos.As crianças comem pão puro mesmo, aprenderam assim que a manteiga não faz falta.

    Sandra, adoro o seu blog, e ele, nos últimos tempos, me fez pensar novamente sobre alimentação etica. Obrigada!!!

  9. Sandra, obrigada pelo post! Há um certo tempo já tinha trocado a manteiga/margarina/óleos vegetais pelo azeite, tanto para o pão quanto para cozinhar. Senti falta no seu blog de uma avaliação sobre um produto que alguns nutricionistas e cadiologistas recomendam … Becel. Também adorei e me diverti muito com o post. Bjs …

    1. Nina, uma olhadela rápida na lista de ingredientes da Becel (dica número 2!) e a gente constata que ela é feita à base de óleos interesterificados, ou seja, tão nefasta quanto qualquer outra margarina. Como Becel tem mais água do que óleo (interesterificado), ela é menos calórica, mas a verdade é que você está simplesmente ingerindo uma dose menor do veneno, mas que ele continua lá, continua.

  10. Sandra, já trabalhei na fábrica de produtos gordurosos de uma grande indústria alimentícia. Fabricavam margarina e maionesse na planta que trabalhei, e te digo uma coisa: o cheiro que o processo exala é nojento. Não parei de comer margarina por isso, sou um tranqueira, mas que é nojento, é.

    1. Nossa, Marcos, não consigo nem imaginar os vapores nauseabundos que esse coquetel químico deve exalar durante a fabricação. Eu teria medo de chegar perto:)

  11. Sandra, eu tenho uma dúvida. Eu moro sozinha, então, mesmo que faça uma porção de hommus pequena, talvez ela dure uma semana ou até mais na geladeira. O hommus aguenta? Ou ele estraga rápido? Obrigada

    1. Nunca deixei hummus na geladeira por mais de 4, 5 dias, Debora, mas acredito que ele não dura mais do que isso. Você já tentou congelar porções pequenas e ir descongelando aos poucos? Eu nunca tentei, então não posso garantir, mas algo me diz que dá certo (deixe descongelar na geladeira).

  12. Me lembro quando tentei virar vegana pela primeira vez, e fui toda serelepe, comprei minha margarina vegetal, cheguei em casa e passei no pão. Quis chorar: não era possível que minha existência estivesse condenada a comer pão com plástico! (No fim, fiz um tapenade altamente paraguaio, com azeitona verde sem caroço conservada na água e creme de leite de soja pra aumentar a quantidade e reduzir o preço. Era quase pior que a margarina, juro pra você!) (É até ofensivo chamar de tapenade. Eu chamava de “aquela meleca de azeitona”)

    Mas uma boa opção pra ovolactos/onívoros é o ghee (manteira clarificada, tradicional da Índia). Ele é ainda melhor que a manteiga, pois tem teor de gordura saturada muito reduzido e também é interessante para intolerantes à lactose porque não tem lactose (é o que os fabricantes de ghee dizem. Eu prefiro ser mais precavida e julgo que tem teor muito reduzido de lactose). Eu usei durante um bom tempo, e dá pra fazer em casa (tem várias receitas na internet). Inclusive acho mais gostoso que a manteiga, e 357 vezes melhor para saltear legumes. Mas devo avisar aos marinheiros de primeira viagem que fazer ghee é acertar e errar algumas vezes antes de pegar a manha, porque depende muito do fogão, da panela, da manteiga usada e blá blá blá. FELIZMENTE, tem várias opções pra encomendar pela internet. E dá pra encontrar em lojas de produtos naturais, de produtos indianos, em mercadões até.

    Abaixo a margarina! Viva la revolución!

    1. Também acho que margarina tem gosto de plástico:) Juntando o seu slogan com o de Carol, obtemos: Viva la revolución! Viva o azeite! Eu tenho provavelmene os leitores mais engraçados da web 🙂

  13. E o óleo de coco importado…costumo usar o Tropical Traditions que é excelente, importado das Filipinas, onde o único lugar que sabe como produzir ou Dr. Orgânico também das Filipinas que se compra também pela internet… a marca Copra nacional fica rançoso…Saiu nesta semana um artigo sobre os azeites extra virgem que diz que a grande maioria não é extra virgem…até em Portugal e Espanha estão sendo falsificado

  14. MARAVILHOSO O AZEITE DE OLIVA.PARTICULARMENTE PREFIRO OS EXTRA VIRGENS ESPANHOIS. E NAO E SO NA ALIMENTACAO QUE UTILIZO O AZEITE. USO NOS CABELOS( RETARDA O APARECIMENTO DE FIOS BRANCOS POR CAUSA DA VITAMINA E),ALEM DE HIDRATAR, NA PELE,(EXCELENTE PARA A PSORIASE,ASSIM COMO O LEITE DE COCO. FINAL DE SEMANA COMPREI UM FRASCO DE 1000 MILIMETROS,E ESTOU BEM SERVIDA. E PARA COMER COM O PAO GOSTO MUITO DE SALADA DE TOMATE COM BASTANTE AZEITE DE OLIVA.

  15. Acho que sou a única pessoa que não gosta de manteiga/margarina, nem na minha época onívora eu não gostava. Gosto de pão sem nada mesmo, às vezes gosto de passar geleia e patê, mas é bem raro, rsrsrs no dia a dia como ele do jeito que ele veio ao mundo rsrsrsrsrssrrs

    1. O que faz mal são todos os produtos industrializados!Esta é a mais pura verdade,c/ raríssimas exceções!Ex:_Azeites de verdade,prensados a frio e c/ DOC,de preferência.

  16. oi! faz uns anos que abandonei a margarina, mas sou fã de manteiga… por causa do colesterol do meu esposo, acabamos abandonando até o requeijão. que achas desses cremes de ricota? ops, fui contar os que tenho aqui em casa e tem ~10 ingredientes… 🙁 mas gostei das dicas, vou experimentar.

  17. eu gosto do extrato de tomate temperado com um pouquinho de azeite. e sal, para quem quer algo bem natural fica a sugestão de cozê-los até chegar ao ponto de geleia, como tenho certa dificuldade em achar o tahini, costumo bater o grão de bico no liquidificador com azeitonas, também fica uma delícia,

  18. Come com azeite, bem melhor doq margaina…

    opte pela embalagem de lata, que degrada infinita vezes mais rapido doq a de vidro…

    Q eluna ilumine vc…

  19. Olá também concordo que margarina não é um alimento recomendado, mas então qual sera o substituto das receitas veganas? muitas receitas que faço vai margarina!

  20. Uma dica pra quem quer consumir os “venenos” industrializados sem culpa: Coma de tudo, com moderação, e pratique esportes regularmente; ou seja: pode os “venenos” pra fora malhando e suando bastante.

  21. Quando virei vegana e passava o dia na faculdade, fui à lanchonete como sempre e eu costumava pedir um “queijo quente”, que nada mais é que pão de sal com queijo e as vezes tomate esquentado na chapa… Um lanche rápido e barato. Eu não sabia o que pedir porque pensei, se colocar queijo não é vegano, se colocar manteiga, não é vegano, se colocar só tomate vai ficar horrível! Aí não me lembro se a idéia foi do vendedor da lanchonete ou minha, mas acabou que pedi meu primeiro pão com azeite esquentado na chapa. Fui comer com medo de estar ruim, mas me surpreendi com o sabor! Parecia ter mais sabor que manteiga e ainda mais sabor que o queijo! Neste dia fiquei super feliz porque descobri esta combinação inesperada e deliciosa! 🙂

  22. Estou fazendo uma reforma de saúde,por ter chegado ao meu conhecimento,que Deus nos aconselha banir o alimento cárneo no tempo em que estamos vivendo…que é o e TEMPO DO FIM.Mas não quero só deixar de comer carne que faz um mal danado ao nosso organismo,e continuar ingerindo outros produtos nocivos a saúde.Já ouvido falar dos malefícios da margarina,mas não tinha buscado informação,foi muito esclarecedora.Uma dica muito gostosa para passar no pão é…berinjela com pimentões coloridos,cebola,limão e shoyo.Levar ao forno,mexer de vez em quando,depois colocar uvas passas,gergelim e azeite.Fica uma delícia pra quem gosta de agridoce.

  23. Essa conversa que Deus nos aconselha banir a carne em função do tempo em que vivemos é balela. Tudo vai virar fumaça e não importa se você come ou não carne. Bom, que a margarina sempre foi vista como a mocinha do filme todo mundo já sabe, mas que a indústria esconde suas práticas criminosas isso ninguem tem como negar, o que mais me deixa indignado é que não existe lei pra por na cadeia esse tipo de gente e obvio, não há. Estamos viveno dias em que os hospitais abarrotam-se de gente sofrendo de todo tipo de doeças e patologias das mais perversas e muito disso vem da poluição, alimentação, estress, entre outros diagnosticos. Mas os maiores interessados nessa carnificina são sempre os hospitais, laboratórios, industria alimentícia e cemitérios. Jamais tocamos com tanta veemência a respeito de temas como o desrespeito com o nosso organismo, e determinadas práticas alimentares aliadas ao sedentarismo da vida moderna, provocam essa avalanche de filas nos hospitais. Lamentavelmente os médicos têm mais interesse em alimentar esse círculo vicioso dos laboratorios que fazem as vezes de aliviar o sofrimento de quem está sendo criminosamente envenenado pela industria de alimentos. Sobre a carne, se eu estivesse com minha vesícula saudável é certo que eu continuaria com minha dieta muito esporádica de um bom bife de picanha, mas infelizmente o colesterol petrificou minha vesícula e isso não é culpa da carne nem do leite (que aliás, ainda tomo todo santo dia), a culpa foi da pouca água que eu bebia, e de 27 anos sedentário sem praticar nenhum tipo de esporte regular.

  24. Nao comam maionese vegana, aquelas q se faz em casa com extrato de soja tambem nao! Oleo solidificado a temperatura ambiente!
    pff Isso nao tem nada a ver gente. Besteira, terrorismo. Claro q para solidificar o oleo a temperatura ambiwnte precisamos inserir uma molecula de hidrogenio ao oleo. Vcs nao sabiam disso? Como acham q a maionese sem ovo da liga? Dã.

    1. A soja, utilizada pra fazer maioneses veganas, tem um componente (a lecitina) que funciona como estabilizante, ou seja, aumenta a viscosidade da mistura e evita que a emulsão (composta de água e óleo) se separe, mantendo-a cremosa. A gema de ovo funciona da mesma maneira na maionese tradicional (gema de ovo também tem lecitina). Existem vários outros estabilizantes (gomas, agar agar…) usados pra deixar uma preparação à base de óleo vegetal, que é normalmente líquido, em algo mais encorpado e cremoso (como no exemplo das maioneses vegetais que não usam soja). Mas preparações desse tipo não são tão sólidas quanto a margarina e precisam ser conservadas na geladeira (margarina é conservada em temperatura ambiente e maionese, vegana ou não, deve ser necessariamente conservada na geladeira). Logo, não, não precisamos inserir uma molécula de hidrogênio no óleo pra fazer maionese vegana.

      Sei que seu comentário foi sarcástico, mas ele me deu a oportunidade de explicar esse ponto e esclarecer a dúvida que talvez tenha ficado na cabeça de alguns leitores.

  25. Nossa! mesmo atrasada na leitura que considero proveitosa, venho agradecer os esclarecimentos que obtive.Vou começar a mudar hábitos alimentares aqui em casa.Meu marido chegou com um post sobre a margarina e seus malefícios e fiquei interessada em saber mais.Agora que tenho um pouco mais de informação, não posso me omitir.obrigada.

  26. sempre sabia_que a margarina e pior gordura que ha.Na minha casa o pequeno almoco e sempre com manteiga de vaca.E pena, que quem mais acredita na publicidade sao os pesoas idosos-Ainda nenhum fabrikante nao se preocupou com a nossa saude.O dineiro vai sempre a frente.Peso desculpa pelo erros,sou estrangeira.

  27. Eu só fico pensando se o pão que este cara está apresentando na matéria foi feito em casa, sem nenhum produto industrializado (farinha, sal, óleo, fermento, etc.), sem o café que ele também está apresentando foi feito em casa sem nenhum produto industrializado (café, açúcar, adoçante, etc. ), se o sabão que ele também utilizou para limpeza, se é que limpou, também foi industrializado ou feito em casa, etc, etc, etc…
    O grande problema de hoje em dia, é que as pessoas ficam olhando para coisas pequenas e esquecem as grandes. A raça humana e muitas outras que nos seguem, são obrigadas a se ajustarem as novas exigências que o meio impõem. Como ficaria a vida sem estes produtos maravilhosos, ou alguém acha que todos poderiam cultivar seus alimentos numa horta nos fundos de casa. Vamos para de hipocrisia e central o foco em coisas mais relevantes, tais como, cobrar por melhorias nos alimentos e mais saúde.
    Não existe milagre na produção de alimentos, será que as pessoas que passam fome no mundo estão preocupadas em consumir mais ou menos gordura saturada, trans, hidro, etc.?

  28. Peque um pote de margarina, abra e deixe no chão, num canto qualquer, nem formiga chega de tanto lixo e porcaria que há dentro! Faça a experiência e comprove a droga que você anda comendo! Eu não como!

  29. Olá, gostaria de saber se você já elaborou um post sobre os óleos pra cozinhar, qual é a melhor escolha pro vegano, estou em dúvida: azeite, canola, girassol, soja, e onde que entra o ômega 3 nisso… etc!

  30. Gente do céu, estou totalmente viciada em ‘pão com azeite’! Tenho que me segurar para não acabar com toda a garrafa de azeite de oliva, pois é carinho.. hehe

  31. so acho o seguinte, se faz tanto mal, porque os governantes nao tomam uma atitude? ah ja sei, se lucra com isso, mas se houvesse uma fiscalização para podermos saber e nao deixar essas coisas serem comercializadas… acho que menos gastos com saude do povo.

  32. Adorei este post quero acompaha-lo sempre vc me tirou todas as dúvidas sobre o que colocar no lugar da margarina.Estou mudando meus habitos alimentares e vivo pesquisando artigos neste sentido. Obrigada pela conribuição

  33. Sandra, muito inteligente suas colocações! Há muitos anos não como manteiga nem margarina e não tenho nenhuma dificuldade pra comer o meu pãozinho francês, aliás, é o único produto de panificação que ainda consumo e, ocasionalmente, prefiro fazer beijuzinho de tapioca, cuscuz de milho entre outras opções mais saudáveis de alimentação.

  34. Aos poucos estou cortando alimentos industrializados da minha alimentação e tive um estalo quando comecei a pesquisar na internet sobre seus malefícios e o que disse o dr Lair ribeiro sobre a margarina”Nem barata come margarina”. E já tinha diminuído drasticamente seu consumo já que pesquisando vc encontra muitos(nutricionistas) em cima do muro dizendo que seu consumo só deve ser moderado e etc… Mais a sua explicação me deixou totalmente convencida de fazer a escolha certa! Muito obrigada por ser tão categórica e ainda dar soluções(gostei do azeite com ervas no congelador).

  35. Gostaria de lhe agradecer pela informação …pois minha saúde é muito importante para mim . já tive problemas graves de saúde e não foi fácil já tive câncer (timoma -tumor maligno B1) no mediastino e um outro tumor na Bacia (Lesão no osso ilíaco Lado Direito) ambos fiz cirurgia e o primeiro tive que submeter a uma radioterapia, Tenho 48 anos faço controle dos dois e digo tive muitas descompensações no lado imunológico , hoje graças a Deus me encontro bem, só fico triste como as pessoas brinca com a saúde da humanidades, e só pensa na ambição, dinheiro e como dizem Sucesso empresarial a qualquer custo sem importar com o produto de boa qualidades para saúde mundial…esquecem que os próprios filho deles possam com sumir los e adquirir uma doença grave…

  36. Adorei o post, eatou tentando convencer minha mãe a comprar manteiga ao invés de margarina, e seu post vai ser a “cartada final” rsrsra.
    Ah, só um conselho, evite usar a wikipédia de fonte, é uma fonte w pode ser alterada por qualquer um, leigo ou não no assunto

  37. Para passar no pão ou fritar, tudo bem com as alternativas que você apresentou. E para fazer um bolo, por exemplo, que posso usar no lugar da margarina e da manteiga?

  38. Quer uma coisa gostosa para passar no pão? (Não tentei usar em receitas ainda.) Manteiga de coco: é fácil de fazer em casa e o preço é justo. É só pegar coco ralado não-adoçado e bater no liqüidificador até virar pasta.

  39. estava usando margarina para fazer bolachas, tipo broa de milho e de aveia, o que poderia colocar pra substituir? elas ficam duras sem uma gordura

  40. Muito boa sua matéria ! Deu para dar entender que nenhuma das 2 são boas para a saúde! Não sou vegetariana e nem vegana, mas há muito tempo não faço uso desses produtos industrializados. E acredito que com esclarecimentos e consciência do mal que esses produtos causam a saúde, podemos elimina los de nossa alimentação e dar preferência aos alimentos Naturais.

  41. Sou vegetarina há 40 anos e vegana há cinco. Consumia a Margarina Becel,descartei porque não é vegana. O Creme Vegetal Primê (cremoso) e a Margarina Soya Cremosy são veganos mas não acho para comprar no bairro C. Gde Rj onde moro, inviáveis também. Receitas caseiras considero uma pulga atrás da orelha porque: as que levam castanha do caju, amêndoa ou avelã, inviáveis por conter produtos caros. A margarina caseira que leva castanha do Pará, inviável também porque médicos recomendam APENAS uma unidade de Castanha do Pará por dia, lógico que a margarina vai levar mais de uma, certo? A margarina que leva amendoim e a que leva coco, inviáveis também porque são produtos que costumo usar com parcimônia e passar no pão todos os dias e/ou várias vezes/dia, não dá.

    Que pena, mas não chega a ser um problema se a gente não chorar só por causa disso.

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